Name:
Location: Lisbon, Portugal

Friday, October 24, 2008

Se traires, cala-te...???

Confessar uma traição ao companheiro pode aliviar o teu sentimento de culpa, mas corres o risco de transformar a tua vida num inferno.
Os “Don Juan” desta vida parecem ter percebido isto muito bem e negam a traição até que haja provas irrefutáveis que ditem o contrário.
Quem o diz não sou eu. É o Times de Londres...
É verdade.
O diário inglês sustenta toda esta teoria do silêncio, sublinhando que a excepção se aplica em casos muito extremos em que é sempre melhor confessar o adultério.
O Times escreve mesmo que, depois de "pôr a pata da poça", o infiel arrependido deve pensar no que vai deparar-se e lembrar-se de 10 importantes "verdades".
O diário britânico publicou então "As 10 coisas a saber".
Ora cá vão então:

1) Ser infiel não é comum como tantas pessoas acreditam. Um estudo de 2006, levado a cabo pela BBC depois de questionar 46 mil pessoas, revela que apenas um marido sobre cinco e uma mulher sobre dez (hum... quer parecer-me que há muitas meninas aldrabonas...) traíram o companheiro.
A mensagem do Times: "Não tente salvar a relação com a falsa verdade que todos traem".

2) Se durante uma viagem de trabalho (hum... esta vai ser gira para alguem que conheço...) cometer excepcionalmente um adultério e o seu companheiro não tem maneira de o descobrir, quem quer preservar a sua relação deve saber que a honestidade não é necessariamente a melhor estratégia a adoptar.

3) O sentimento de culpa está a massacrá-lo e quer um conselho? Então respeite o seu companheiro e em vez de recorrer a um amigo, peça a opinião a uma pessoa de fora. Em Inglaterra existem os "conselheiros telefónicos", verdadeiros profissionais que, pela módica quantia de 45 libras por hora, oferecem um parecer sobre qualquer questão amorosa (Em Portugal, os traidores arrependidos têm sempre as cartomantes...)

4) Se a relação extra-conjugal aconteceu e se há hipótese de alguém ter visto e a revelar ao seu companheiro, antecipe-se e confesse tudo. Ter cedido à tentação por uma noite pode ser perdoado. Mas quem mente, nunca é perdoado.

5) Não se pode comprometer a saúde sexual do companheiro. Se foi estúpido o suficiente para ter tido sexo sem protecção, faça testes. Naturalmente, alguns vírus que são sexualmente transmissíveis, tal como o HIV, só podem ser detectado algumas semanas depois da relação de risco, em alguns casos até 3 meses depois. Portanto, neste caso, precisa confessar sempre a verdade ao seu companheiro, para que ele/ela possa submeter-se aos mesmos testes médicos.

6) Quando confessar a traição, o seu verdadeiro motivo deve ser um genuíno desejo de mudar ou terminar, com delicadeza, a relação amorosa. Nunca confesse a traição para aliviar o seu sentimento de culpa, para se safar ou até para ajustar contas.

7) A infidelidade é normalmente um sintoma, não uma causa, dos problemas duma relação e confessar pode forçá-lo a confrontar-se com questões essenciais. Por exemplo, se estiver bêbedo ou tomou qualquer tipo de drogas durante a sua relação extra-conjugal, o seu verdadeiro problema talvez não seja a infidelidade, mas a sua dependência da droga ou do álcool.
(Adoro esta! "Oh amor, não... não percebes... eu não sou infiel... eu tenho é um grave problema com o álcool!")

8) Frank Pittman, um psiquiatra especialista em relações afectivas, diz que há 4 tipo de infidelidades:
a) A infidelidade involuntária (trata-se de uma relação não premeditada que acontece quando se está bêbedo ou quando se é negligente);
b) A traição romântica (encontra alguém que é maravilhoso numa altura em que está a viver uma grande crise na sua vida);
c) O acordo matrimonial (é aquele tipo de traição que acontece quando está a viver um casamento que teima em não terminar ou que teima em não renascer);
d) A traição do mulherengo (é aquela que é praticada pelos homens que continuamente precisam de afirmar a sua virilidade ou pelas mulheres que são filhas da ex-mulher de um mulherengo);

9) As relações extra-conjugais são a principal causa de divórcio.

10) Só 3% dos 4100 homens infiéis deixam a mulher e casam-se com a amante. No entanto, 75% das pessoas que casam com os amantes, acabam por se divorciar.

Os leitores do Times parecem ter aprovado as sugestões do diário britânico e confirmaram que a infidelidade é algo que deve ser confessada apenas em casos excepcionais.
Mas dos melhores comentários que constam no diário, é o do londrino Harry: "O meu desejo de correr atrás de todas as mulheres está impresso no meu ADN como está em qualquer ADN masculino. Eu não sinto remorsos ou sentimento de culpa por aquilo que faz parte da natureza que Deus me concedeu".
E há ainda quem, como Carrie, recorde que não se pode ter tudo: "Divorciei-me do meu marido, depois dele ter tido uma relação via internet que foi longe demais. Custou-lhe a casa, o carro, a mulher e os filhos".

E pronto. Eu não faço comentários.
O Times, valha-me Deus...
Não posso dizer que desta água não beberei. Até agora, nunca bebi. E espero nunca vir a beber. Mas cada caso é um caso e pode vir parar-me um copo dessa água amarga à boca. Caso a beba, quer parecer-me que dificilmente a calaria.
Enfim... serei demasiado ingénua?? Ou esta teoria do silêncio é a deturpação de tudo aquilo sobre o qual deveria assentar uma relação??

3 Comments:

Blogger Zeka Talbot said...

Obrigado "Times" pela mais clara, concisa e esclarecedora sondagem dos últimos anos. O Mundo afinal está bem distribuido. O ser Bípede e algo racional não procura é na biblioteca mais perto de si, aquilo que lhe deve ser reservado e destinado. Eheehheheehh.
Saudações

2:52 AM  
Anonymous rute said...

ahhhhhhhhhhhhhh!
Tenho uma amiga que gostava de ler este post!
ahahahahahah
Obrigada a ti e ao Times!

3:09 PM  
Blogger eda said...

按摩棒電動按摩棒飛機杯自慰套自慰套情趣內衣
角色扮演情趣,情趣用品跳蛋情趣跳蛋

G點性感丁字褲吊帶襪丁字褲無線跳蛋

衣蝶
情趣按摩棒
潤滑液SM內衣性感內衣自慰器充氣娃娃AV情趣情趣用品

9:23 AM  

Post a Comment

<< Home