Mequista... ou mecada?
E pronto. Não é que não me canso deste homem?!
Raios.
A capa da Sábado desta semana levou-me a devorar as várias páginas de entrevista ao MEC (Miguel Esteves Cardoso), ao mesmo tempo que lia um noticiário e escrevia noticias. Não largava a revista. Queria ler tudinho, não fosse a tinta desvanecer com o calor e levar-me as palavras deste homem.
Não fosse eu morrer nos próximos 10 minutos sem levar comigo os pensamentos, a vida, ou qualquer outra merda que este homem desabafe.
E nas páginas da Sábado pude ler muita coisa, interessante ou até mesmo perturbante.
Deixo aqui 3 passagens:
"Já fui mais ciumento. Agora, muito menos. Uma pessoa pode zangar-se, e por orgulho e vaidade pode estragar-se tudo. Acho que tenho de ter cuidado com o outro. Eu agora não falo com nenhuma gaja. Nem com as minhas amigas, faço como ela quer. E aviso as minhas amigas: "olha agora não dá para falar...". Não estragar um amor é uma forma de arte. Quando as pessoas se amam é tudo muito fácil. O verdadeiro romantico é uma pessoa excessiva, é a vida ou a morte. Eu acho que sou assim. De cada vez que passo num jardim, vou buscar uma flor e ponho na lapela, é ridiculo. (...)
Já consegui emocionar algumas pessoas, é esse o sonho de qualquer escritor. Falar de alguma coisa e as pessoas dizerem "é mesmo assim". Isso já consegui. Acontece raramente. Já me aconteceu sobre o amor, sobre o sentimento de luto.(...)
Quanto mais precisas de viver, mais tens de trabalhar e menos tempo tens para ti. O maior luxo é o tempo. O tempo é o meu maior património."
E não é que é mesmo assim.
Isto é doença.
Assumo.
Confesso.
Sou Mecodependente.
Será que há cura para o Mequismo?
Raios.
A capa da Sábado desta semana levou-me a devorar as várias páginas de entrevista ao MEC (Miguel Esteves Cardoso), ao mesmo tempo que lia um noticiário e escrevia noticias. Não largava a revista. Queria ler tudinho, não fosse a tinta desvanecer com o calor e levar-me as palavras deste homem.
Não fosse eu morrer nos próximos 10 minutos sem levar comigo os pensamentos, a vida, ou qualquer outra merda que este homem desabafe.
E nas páginas da Sábado pude ler muita coisa, interessante ou até mesmo perturbante.
Deixo aqui 3 passagens:
"Já fui mais ciumento. Agora, muito menos. Uma pessoa pode zangar-se, e por orgulho e vaidade pode estragar-se tudo. Acho que tenho de ter cuidado com o outro. Eu agora não falo com nenhuma gaja. Nem com as minhas amigas, faço como ela quer. E aviso as minhas amigas: "olha agora não dá para falar...". Não estragar um amor é uma forma de arte. Quando as pessoas se amam é tudo muito fácil. O verdadeiro romantico é uma pessoa excessiva, é a vida ou a morte. Eu acho que sou assim. De cada vez que passo num jardim, vou buscar uma flor e ponho na lapela, é ridiculo. (...)
Já consegui emocionar algumas pessoas, é esse o sonho de qualquer escritor. Falar de alguma coisa e as pessoas dizerem "é mesmo assim". Isso já consegui. Acontece raramente. Já me aconteceu sobre o amor, sobre o sentimento de luto.(...)
Quanto mais precisas de viver, mais tens de trabalhar e menos tempo tens para ti. O maior luxo é o tempo. O tempo é o meu maior património."
E não é que é mesmo assim.
Isto é doença.
Assumo.
Confesso.
Sou Mecodependente.
Será que há cura para o Mequismo?

3 Comments:
Também comprei, também li, também sou Mecodependente. E vou levar esta para a campa: "Não estragar um amor é uma forma de arte."
compra a revista "ler", gd entrevista ao MEC
bjs
Carlota
O unico homem que conseguiu ler a alma do norte :)
Olá eu sou a Ana... e sou Mecodependente!
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