Já sou 100% portuguesa?
Estou de volta.
Viva. Já o “de boa saúde”… enfim… já vi melhores dias.
Nada de grave, incurável ou fatal. Apenas chato e doloroso.
Mas é graças a este problemita que todo um novo mundo se me deparou à frente destes belos olhos!
Hoje estreei-me.
Uma estreia logo pelas 07h50 da manhã.
A esta hora estava eu à porta do popularmente chamado “posto de saúde”, ou mais profissionalmente “Unidade de Saúde Familiar”.
Ou seja, tive de ir fazer uma visita à médica da “caixa”.
É que agora sim, sou uma grande portuguesa: Estou de Baixa!
E estava eu à espera de ser atendida pela médica - eu era a primeira da fila para a consulta e tive de esperar uma hora, valha-nos este rico sistema de saúde – quando oiço uma senhora no guiché da recepção a pedir mais receitas para um determinado medicamento. Nitidamente, na melhor das intenções que caracterizam um bom viciado, a senhora estava confiante da artimanha brilhante que conspirara para enganar toda a gente. Mas claro, talvez porque pôr a culpa na eventual incompetência ou falta de memória do médico não tenha sido a sua melhor estratégia, ninguém acreditou.
A senhora remata então com:
- “Ah, deve ter sido erro meu,
Fui eu que se me esqueceu…”
E assim, meus amigos, se faz poesia em Portugal logo pela fresquinha.
Viva. Já o “de boa saúde”… enfim… já vi melhores dias.
Nada de grave, incurável ou fatal. Apenas chato e doloroso.
Mas é graças a este problemita que todo um novo mundo se me deparou à frente destes belos olhos!
Hoje estreei-me.
Uma estreia logo pelas 07h50 da manhã.
A esta hora estava eu à porta do popularmente chamado “posto de saúde”, ou mais profissionalmente “Unidade de Saúde Familiar”.
Ou seja, tive de ir fazer uma visita à médica da “caixa”.
É que agora sim, sou uma grande portuguesa: Estou de Baixa!
E estava eu à espera de ser atendida pela médica - eu era a primeira da fila para a consulta e tive de esperar uma hora, valha-nos este rico sistema de saúde – quando oiço uma senhora no guiché da recepção a pedir mais receitas para um determinado medicamento. Nitidamente, na melhor das intenções que caracterizam um bom viciado, a senhora estava confiante da artimanha brilhante que conspirara para enganar toda a gente. Mas claro, talvez porque pôr a culpa na eventual incompetência ou falta de memória do médico não tenha sido a sua melhor estratégia, ninguém acreditou.
A senhora remata então com:
- “Ah, deve ter sido erro meu,
Fui eu que se me esqueceu…”
E assim, meus amigos, se faz poesia em Portugal logo pela fresquinha.

1 Comments:
Eu bem tentei, mas o meu sistema de saúde não me permitiu a visita em tempo útil à pedreira acamada.
Eu também já estive a partir pedra e sei o que se sofre. Bem-vinda de volta! Espero que continues bem e quero ver-te em breve! Avis, maybe?... Come on!!!!
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